sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O complexo político da contemporaneidade

O conceito e aplicabilidade da direita e esquerda remete à Revolução Francesa a 226 anos atrás.
Nós, de ambos os lados, caímos num erro histórico gravíssimo em achar que a sociedade e o homem estão absolutizados dentro dessas duas ideologias opostas.
Vamos colocar o início da escrita, que ocorreu com os sumérios por volta de 3500 a.C, como marco temporal do desenvolvimento e evolução do homem dentro da estrutura civilizacional no planeta. São 5.500 anos até hoje que os homens se complexificaram e formaram bases ética e morais quase imutáveis.
E hoje, nós ignoramos esse tempo em prol da absolutização das implicações de uma Revolução Francesa recente que em tese afeta mais o lado ocidental do globo. Nós somos ingênuos em acreditar que direita ou esquerda responde ao oceano da inquietude humana.
Não só não responde, como reduz o pensamento de milhares de anos a meras bobagens ideológicas que fariam Platão ou Títio Lívio gargalharem eternamente.
E ainda temos a petulância de atribuir as correntes ideológicas a primazia de detenção de valores e até da própria arte. Reduzimos tudo a uma política safada criada por franceses, logo depois o louco Napoleão reforma o absolutismo e põe em prática o famoso lema histórico de mudar para que tudo permaneça como está.
Eu escrevo esse texto como um desabafo a minha total descrença nesse modelo político filho da revolução francesa, e mais ainda a essa direita e essa esquerda tacanha que se desenrolou no século XX.
Quando na política começarmos a derrubar esses conceitos e tudo que eles carregam, poderemos restaurar valores que foram derribados e abrir nossas mentes para novas mudanças. 

domingo, 7 de dezembro de 2014

Capitalismo à brasileira

A lógica do capitalismo de estado brasileiro em poucas linhas:

Sufocar as pequenas e médias empresas com altos impostos para que as mesmas fechem e não gerem empregos.

Manter as empresas monopolistas ligadas ao estado, para gerar receita para manter programas assistenciais.

Para o Estado Leviathan brasileiro, não é interessante ter livre mercado, geraria muito emprego e o patriarcalismo estatal não teria tanto efeito.

O interessante é ter uma massa dependente do estado e não com independência financeira e liberdade individual.

Somos obrigados a sermos dependentes de um estado ineficiente, corrupto e e extramente cruel nas taxações de impostos.

Viva o Brasil!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

A sociedade majoritária do Estado brasileiro

O salário mínimo só beneficia o estado brasileiro.
Vamos a contas bem simples.
Hoje para um empregador, contratar um funcionário com um salário mínimo de R$ 724,00 irá desembolsar para governo 2.5X o valor do salário, ou seja, R$ 1.810,00. Juntando aos 724,00 que ele terá que pagar ao funcionário, o total da despesa será R$ 2.534,00.
Se não houver lei do salário mínimo, o empregador poderia estabelecer um contrato com esse mesmo funcionário no valor de 1.500,00 por exemplo. E que pague 200,00 de seguridade social para o estado. Sairá a 1.700,00. Vantagem para empregador e empregado.
Agora, o estado brasileiro intervencionista quer ser sócio majoritário das empresas.
Por isso que digo que a classe dominante no Brasil é o estado, e o grande fomentador da desigualdade social.

domingo, 23 de novembro de 2014

Maniqueísmos da política nacional

O maniqueísmo ying e yang da divisão de direita e esquerda suscita muita confusão, para ambos os lados.
Tornar-se um ativista de qualquer um dos lados, faz com que geralmente o sujeito compre os pacotes prontos do fast-food ideológico que os caminhos e estradas políticas oferecem.
Acontece que num mundo cada vez mais pós-moderno e relativizado, onde a mentalidade cartesiana dá espaço para uma visão quântica da existência, contradições habitam na maioria das vezes um mesmo lugar no espaço. Ainda mais na política brasileira, onde 27 estados e milhares de municípios são tão diferentes entre si, de modo que um sujeito que se diz de esquerda em Roraima, passe a ser interpretado como de direita pelos esquerdistas cariocas.
Eu defendo uma visão liberal da política, sem ser conservador, de modo que posso parecer de direita para um esquerdista mais fanático e um esquerdista por um direitista conservador cristão.
Citando o mestre Raul Seixas, " Eu prefiro ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formado sobre tudo".
Não necessariamente eu tenha que tomar um lado para que eu tenha minhas visões políticas.

sábado, 22 de novembro de 2014

Apresentação

Neste blog serão apresentadas as minhas ideias a respeito da cultura e da política brasileira, bem como de cultura e política geral, daí o uso do Z no termo Brasílico.